Asia Seoul South Korea


If you missed the first posts,  find Part #1 here and Part#2 here.
Heading then to episode #3 of this series:

27) Cicadas:
If you are an Anime fan, you have probably listened to this. Cicadas are very common in Korea and Japan. During summer, the larvas leave the ground and evolve into their final form for mating season. They hang in the trees and make a sound (the males, perhaps calling for females) that when in large numbers becomes excruciating! Be prepared to listen to this every single day of the summer.

28) Etiquette:
Like in Japan, bowing to someone else is a polite manner of showing gratitude. You will do it often in different contexts (work,  restaurants, coffees, gym, etc).

29) Friends:
Koreans have Confucian ethics, morality, and philosophy deeply rooted in their lifestyle. You are very likely to only have friends of your own age. Friendships between opposite genders are rare.

30) Priority to pregnant woman, accompanied infants, elders and disabled persons:
As in other countries, vulnerable groups are given priority. There are priority seats in public transportation, priority elevators, and priority supermarket cashiers.
But, unlike other countries, the priority given is exclusive to those people. It happens so because Korean are very self-oriented and will not flinch on taking advantage of an opportunity, and will not consider giving up their place for someone else in need. That’s how it roles here.

31) Women status:
Korea, and Seoul by association, suffers from its strongly traditional society. One of the most blatant everyday issue is the role of women.  There are many examples of how patriarchal this society is. Let’s speak about marriage. In marriage, after exchanging vows, which usually happens three months into the couple’s relationship (yes, it’s that fast), the woman will be solely responsible for the house keeping, and for taking care of her father and mother-in-law (in turn, her parents  will stay with her brother and associated wife).
When the woman gives birth, she will take care of the kids without her husband taking any role. Most of the times she will quit her career. After giving birth, the relationship between husband and wife will dramatically change, with the wife becoming a mother, and no longer being seen as ‘a spouse’. This implies that most of the affectuous love and couple dynamic dies the moment the baby is born. And let’s not get started with divorce. Divorce is a taboo topic.
I want to believe that these limited views over women are changing, but it seems to be happening too slowly. No wonder Korean girls these days avoid getting married, or are getting married later, or even leaving South Korea.

32) Christianity:
Before coming to South Korea, I never thought that an Asian country could have  a strong Christian community. Around 28% of South Korean population is Christian. Even so, Christmas is hardly celebrated, being considered a western celebration.

33) Other cults:
Get ready to be approached randomly in the street by young ladies. They will invite you for a coffee, to eat Korean food, or to wear an Hanbok (traditional Korean dress), all for free. You will be curious of their approach and will try to understand who they are and what they represent. By the 2nd or 3rd meeting, you will understand that they are a member of the “World Mission Society Church of God” or other less known cult. They want to spread the word to your country, choosing you (an expat) as a possible missionary.
(In 4 months I was approached 4 times!)

34) No Christmas but you have trees and western Christmas sweets! 
South Korea has tasty sweets; different, but good. I don’t understand why they sell Western European goodies here during  Christmas. It seriously undermines their identity.

35) Tiramisu & Canelé:
In part number 2, I talked about Seoul’s coffee addiction. Now I will add one more important trend happening at the coffee houses. The Italian tiramisú and/or the Bordeaux Canelé are now ubiquitous! It seems that they make a good pairing with coffee, and Seoulites did not miss the chance to try to profit on that.

36) Bread:
If you eat bread for breakfast, Seoul is not your city! It is very hard to find good bread made of cereals other than wheat. Breakfast is not seen has in the Western world. They typically eat rice and kimchi, or some other combination of side dishes that are usually taken at lunch/dinner.
Nowadays there are some places where you can buy bread, but again most of them are wheat-based with milk and can be super sweet.

37) Underground Shopping:
If you are planning to go to the mall, be prepared to shop underground.

38) Dressing rooms:
Back in Europe, when you visit a Zara/Mango shop and you tryout clothes, you will find that in many cases the curtain doesn’t shut completely. Well, here the concern for you privacy is taken seriously, and curtains are thicker and larger, so that no one can see a little of you. (Korea suffers from voyeurism, as sexual relationships between woman and man can only happen after marriage).
A peculiar feature of dressing rooms is the availability of plastic bags to cover your head! This protects the clothes from the layers of makeup used by Korean woman.

39) Cleavage:
I usually prefer to show some cleavage instead of showing my legs. Korean women on the other hand are totally forbidden of showing necklines, cleavage, and shoulders (it’s considered highly arousing). Yet, there are no social constraints on showing legs! They use really short skirts and show their skinny, toned legs.
(Expats are given free card, and can use what they want to use, but regardless you will attract some unapproving looks).

Se não leu os primeiros post desta série poderá encontrar a Parte #1 aqui e a Parte #2 aqui.
Segue a parte 3:

27) Cigarras:
Se é fã de Animes, provavelmente já ouvi este som. As cigarras são comuns na Coreia e no Japão. Durante o verão, as larvas saem do solo e evoluem para a sua forma final de acasalamento. Elas penduram-se nas árvores e produzem um som que, quando em grande núnero, é excruciante!  Prolonga-se durante o verão todo.

28) Etiqueta:
Tal como no Japão, fazer reverência é um comportamento que demonstra gratitude.
Irá fazê-lo em diversos contextos (trabalho, restaurante, café, ginásio, etc).

29) Amigos:
A Coreia do Sul segue uma filosofia Confucionista. É provável  que só terá amigos da sua idade. Amizade entre sexos diferentes é rara.

30) Grávida, Acompanhante de bebé de colo, Idoso e Deficiente:
Tal como em outros países, existem lugares prioritários nos transportes públicos,  elevadores prioritários, bem como caixas de supermercado prioritárias.
Mas, ao contrário de outros países, o prioritário quer dizer reservado!
Vamos imaginar uns cenários: o metro está cheio, não há nenhuma grávida, acompanhante de bebé de colo, idoso ou deficiente, não pode sentar-se!
E se for uma grávida num metro cheio e sem lugares disponíveis, espere encontrar um estrangeiro que lhe dê o lugar porque nenhum Coreano se levantará. (Agora percebe o porquê de serem reservados!).

31) Mulheres e Relações:
Atrás desta cidade de ponta existe uma cidade tradicional com costumes muito arcaicos. Um deles é o papel da mulher na sociedade coreana.
Depois do casamento (o qual pode acontecer 3 meses depois de ficar noiva. Muito rápido!), a mulher será a única responsável da casa e dos seus sogros (os pais ficam com o filho e a sua mulher).
Se a mulher tiver filhos tomará conta deles sem partilhar as tarefas com o marido, e em algumas situações deixará o trabalho. A relação esposa-marido com filhos muda e a mulher deixa de ser ‘esposa’ para tornar-se apenas mãe.
(Hoje em dia as coisas estão a mudar, mas lentamente. Ainda assim, muitas mulheres recusam-se a casar, ou casam-se mais tarde ou emigram

32) Cristianismo:
Antes de vir para a Coreia, nunca pensei que um pais asiático poderia seguir a fé cristã. Estava redondamente enganada! Serca de 28% da população da Coreia do Sul segue o Cristianismo. Ainda assim, o Natal não existe.

33) Outros cultos:
Esteja preparado para ser abordado na rua por duas jovens raparigas que o irão convidar para tomar café, comer comida coreana ou vestir um hanbok (vestimenta tradicional coreana) sem qualquer custo.
Irá tentar compreender quem são, mas elas só falarão sobre o Karma. Penso que no segundo ou terceiro encontro ficará a saber que pertencem à “World Mission Society Church of God” ou outra religião menos conhecida.
O objectivo é abordarem apenas estrangeiros, para estes levarem a religião para o seu país.
(Em 4 meses fui interceptada 4 vezes!)

34) Não há Natal, mas há árvore e doces natalícios ocidentais!
A Coreia do Sul tem bons doces; diferentes, mas bons. Não compreendo esta necessidade de venderem doces ocidentais durante o Natal!

35) Tiramisu & Canelé:
Na parte 2, falei sobre o gosto que os Seoulitas têm por cafés. Hoje falo de um dado interessante que se passa nos cafés.
Se for a um café, verá o  tiramisú ou/e o Canelé de Bordéus!
Parece que são bons acompanhantes para cafés. Não é novidade que o rum e o café combinam na perfeição (e o chocolate). 😉

36) Pão:
Se é o tipo de pessoa que come pão ao pequeno-almoço, não venha para Seul! É muito difícil encontrar um pão  de qualidade, basicamente porque eles comem arroz e kimchi ao pequeno-almoço.
Hoje em dia, já vai existindo algumas variedades de pão mas na sua maioria são muito doces e amanteigados.

37) Shopping subterrâneos:
A maioria dos shoppings são subterrâneos.

38) Provadores:
Na Europa, quando uso os provadores de uma Zara/Mango verifico que a cortina nunca fecha por completo. Aqui as cortinas são mais densas e largas e nem um bocadinho de pele se vê do lado de fora. A privacidade é levada muito a sério! (A Coreia sofre de voyeurismo, as relações sexuais entre a mulher e o homem só podem acontecer após o casamento).
Em alguns provadores terá que retirar os sapatos e colocar um plástico na face para proteger a roupa da sua maquilhagem.

39) Decote:
Eu prefiro um bom decote envés de uma mini-saia.
As mulheres coreanas estão totalmente proibidas de usar decotes ( é considerando provocativo). No entanto, não há restrições sociais em mostrar as pernas! Elas usam mini-saias e mostram as suas pernas magras e tonificadas.
(Os expatriados têm cartão verde e podem usar o que quiserem, mas haverá sempre olhares desaprovadores).


Carina lives in Seoul, South Korea, and this is just her opinion.
Carina vive em Seul, Coreia do Sul, e esta é, apenas, a sua opinião.

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